Sr. Rocha da Internet @ 12:46

Qua, 20/01/10

 Parecer-vos-á, caros cidadãos, que tenho alguma coisa contra a nobre classe dos jornalistas. E parecer-vos-á muito bem. Em bom rigor, e não querendo ofender ninguém em particular, os jornalistas são umas amibas no geral. É claro que juntam a este défice de determinadas qualidades, perfeitamente identificadas por mim, uma certa prepotência no que diz respeito à noção universal de verdade. Quero dizer com isto que os actores da comunicação social têm a puta da mania. E não há solução para quem tem a puta da mania. Quem tem a puta da mania terá sempre a puta da mania mesmo que 10 milhões de pessoas lhe digam em uníssono "não é verdade". Dois dias depois está a escrever no jugular, para formar lóbi.

 

Mas nem era disto que eu vinha falar, peço desculpa. Excedi-me. Está tudo bem agora e vou continuar.

Sucede que há elementos no geral que vão exercer uma profissão em particular que se aproxima um pouco do jornalismo. Por mera distracção ou falta de matéria, há elementos que ficam sem nada que fazer nas redacções por ordens superiores: "ficas aqui quietinha a olhar para o monitor e quando acontecer alguma coisa tu - pimba - atacas o texto". E a isto há quem já chame "andar no terreno", das redes sociais, claro.

E se porventura uma dessas redes sociais falhar minutos depois de um sismo no Haiti?

Não vou dizer nada. Vou deixar que Marta Cerqueira vos diga o que é que ela conseguiu descobrir pouco depois de recuperar de um ataque de pânico e histeria.



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