as moscas @ 21:29

Qua, 30/12/09

As moscas lançam mais uma grande causa, desta vez a petição para o Referendo com a seguinte pergunta:

 


“Concorda que o casamento possa ser celebrado entre pessoas de sexo diferente?”


http://www.petitiononline.com/cpsd/petition.html

 

 

 

ao  parlamento português

Um grupo de cidadãos portugueses inicia neste dia as diligências necessárias ao lançamento de uma iniciativa popular que proporá a realização de um referendo que incidirá sobre a seguinte pergunta:
“Concorda que o casamento possa ser celebrado entre pessoas de sexo diferente?”

A definição do conceito de casamento de forma a nesse contrato incluir uniões entre pessoas de sexo diferente cristaliza o instituto milenar, que tem sido mutável em todas as épocas da história e a todas as civilizações. 

É de exigir que uma petrificação com este alcance histórico e civilizacional seja directa e claramente apreciada pela vontade popular.
A mesma exigência de debate se deve colocar sobre a admissibilidade da adopção por uniões de sexo diferente, e ainda que a procriação seja aprovada caso a caso avaliado por comissões específicas de forma a proteger a criança.
A opção sobre estas questões atravessa transversalmente o eleitorado dos vários partidos 
políticos e é patente que não reúne consenso, conforme se constata pelo número de deputados divorciados. 


Nas últimas eleições legislativas, este assunto não foi suficientemente debatido, de modo a poder deduzir-se a vontade dos portugueses acerca dele. 
Os partidos negligenciaram notoriamente nos seus programas o ‘casamento’ entre pessoas de sexo diferente não podendo os eleitores manifestar-se acerca desta premente questão.

O Referendo é o mais fiel amigo da democracia participativa e da expressão da vontade 
popular. O poder é do povo e a classe política não tem de se comprometer com decisões arriscadas para com o status quo. 

O instituto de Referendo tem sido utilizado com frequência noutros Estados para decidir sobre esta mesma questão, a vida da vizinha, a regionalização ou a independência da Madeira.

Os filhos de pais recém divorciados têm uma palavra a dizer, assim como os de pais casados.

A minoria que se casa todos os anos não pode impor ao resto da sociedade que aceite os seus "casamentos" feitos livremente e ao deus dará, muitas vezes com consequências nefastas como o divórcio, lares desfeitos e partilhas onerosas.

 



Tatiana @ 09:31

Qui, 31/12/09

 

Pois é. A lei lá foi mesmo ao Parlamento sem referendo. Parece que mais uma vez as moscas levaram com o grande mata-moscas estatal e é bem feita!
Ai o referendo é amigo da democracia? É, por isso é que vai tanta gente votar. Deixem lá os gays em paz que casamentos desfeitos, familias onerosas e outras alarvidades contidas no texto provém é dos casamentos MACHOS e nada panilas de homens com mulheres. Um homem casar com outro homem é uma aberração mas esses atrasados bebados que espancam a mulher e os filhos todos os dias, isso já é de valor não é! E qualquer dia aprovam o casamento entre um homem e uma macaca e um homem e um pedofilo? Macacas realmente é o que não falta e geralmente estão casadas com um homem, e não sei se sabem mas estudos comprovam que a maioria dos pedófilos são homens, heterossexuais e casados!

Que País de atrasados mentais que continuamos a ter.
Até logo camaradas!!!

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