Sr. Rocha da Internet @ 21:57

Ter, 12/01/10

 Uma das coisas que mais me tem sensibilizado são os discursos emocionados por causa do casamento entre pessoa que lá sabem o que é que andam a fazer (desde que o façam lá na casa deles). Ele é o amor e a ternura, o sofrimento de séculos sem poder casar, o amor dependente do estado como a companhia de teatro que depende do subsídio. Ele é a criança que cresce com a certeza de que nunca poderá ter deveres conjugais oficializados por um conservador do registo civil. Caem-me as lágrimas pela cara. Parte-se-me o coração, como diria o senhor primeiro-.ministro. Então, lembro esta canção...



AlvitreiRo @ 11:40

Qua, 13/01/10

 

Jesus, disse para amarmos o nosso próximo com a nós mesmos.
Não deixou, todavia, manual de insttruções.
Então o estado "casa" o amor que não ousa dizer o seu nome...

PS: cumpriste ?


Sr. Rocha da Internet @ 11:45

Qua, 13/01/10

 

Aguardo resultado. Para já só há mora do devedor.


drmaybe @ 19:38

Qua, 13/01/10

 

acho que este blog precisa mais de um comité musical do que de um comité de design...

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